Novas regras exigem autorizações prévias para eletrônicos, eletrodomésticos e motocicletas, entre outros produtos
BUENOS AIRES – Conforme antecipado pelo GLOBO, o governo da Argentina mudou na quinta-feira (08/01) o regime para a importação de mercadorias pelo país. Segundo o jornal La Nación, a nova regra, publicada no Diário Oficial, aumenta o controle do Ministério do Desenvolvimento argentino, a cargo de Matías Kulfas, sobre a entrada de mercadorias como motocicletas, eletrônicos e eletrodomésticos, entre outras.
A mudança garante a manutenção do chamado SIMI (Sistema de Monitoramento Abrangente de Importação), criado em janeiro de 2018 para o gerenciamento e processamento de licenças de importação, e adicionou cerca de 300 novos produtos a uma licença não automática.
Fontes próximas a Kulfas explicaram que até agora o sistema conferia licenças automáticas de importação a 87% dos produtos, enquanto 12% deles eram revisados por meio de um sistema digital.
Com a nova regra, sobe para 14,8% a porcentagem de produtos que precisarão de autorização para importação.
Autoridades do governo disseram ao jornal argentino que a mudança não significa uma restrição maior às importações. Segundo elas, há apenas “a incorporação de algumas posições tarifárias (jargão para produtos importados) a licenças não automáticas que continuarão a ser administradas sob o SIMI. E a validade da licença foi reduzida de 180 para 90 dias”.
Fonte: oglobo.globo.com
